Tem gente que sofre antecipadamente e se vê presa numa infelicidade destrutiva que é a dependência de viver um momento antes que a certeza seja presente.

Nada pode ser tão ruim quanto esse hábito nocivo de antecipar, no pensamento, as desgraças que, talvez, nem possam ocorrer.

O sofrimento produzido por uma mente que viaja no tempo, traz ilusões dolorosas para o presente.

A angústia que domina a alma é um fantasma mental de algo que fazemos, inconscientemente, lá no futuro.

É você estar fora desse momento, lidando com coisas que fogem ao seu controle e que você nem sabe se vão acontecer.

Você não precisa dessas frustrações de pensamento. Você não precisa sofrer por antecipação. Essas fugas da realidade te projetam num amanhã de ilusão.

Perda de foco no presente, aliada a projeção de futuros incertos, somente fazem sofrer.

Pare de falar mal do momento que vive e mude-o. Trabalhe-o. Concerte-o.

A tua vida de hoje é só a resposta da tua vida de ontem, nada mais.

Não devemos deixar que o peso de um improvável acontecimento futuro, possa nos paralisar embaixo dessa tonelada de incertezas.

Essa angústia dentro do teu quarto, essas tuas lágrimas no chuveiro, não devem fazer parte vida.

Cura essa ferida menina, tudo vai passar.

Tenha uma atitude mental mais forte que a pouca força de seu corpo. Se proteja de si mesma. Pensar demais endoidece.

Segue o rumo passo a passo que melhora, essa é a certeza.

Descarregue os pesos, jogue fora os lixos, limpe sua sujeira.

A gente sempre encontra em meio a essa bagunça uma nova sementinha de vontade de viver.

Percebe que o passado não volta e o amanhã nem chegou ainda?

Então viva!

Viva o presente e jamais se ausente de você.

A vida fica melhor assim, você sabe. É no agora e não no depois, que a gente colhe a felicidade.

O futuro só a Deus pertence.

Viva o PRESENTE!

LEIA MAIS: “A pior defesa é a vitimização covarde dos que ferem e se fingem de feridos”. Ceucy

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Cleonio Dourado
Escrever é uma fuga que sempre uso. Não tenho temas. Não tenho destinos. Alguns devaneios e desatinos, quem sabe. Solto as palavras ao vento. Viajo ao vê-las viajando pelo ar. Recolho as que voltam nos relentos das manhãs e me lavo em seus afagos. Eu me aguo, renasço. Palavras me acariciam a alma, despertam-me sentimentos, paz, calma. Leio, releio, rascunho e escrevo. Faço dos textos da minha lida, as estrelinhas da minha vida