“Você deve buscar o significado, não o sucesso!”, disse a avó.

O que tornaria sua vida mais significativa? Qual significado você impõe a tudo o que faz?

Está passando mais tempo praticando a sua arte? Sua música? Sua poesia? Mais tempo ao ar livre? Descobrindo as complexidades da natureza? Testemunhando mais amanheceres e entardeceres? Está pulando em oceanos e escalando morros, subindo em árvores?

Formando conexões mais profundas com as pessoas que você ama?

Menos conversa fiada, mais conversa real?

Menos fofoca, mais risadas silenciosas e de perder o fôlego?

Mais tempo com sua família? E não apenas aparecendo em obrigações familiares, mas com tempo de qualidade real?

Mais oferta e serviço, menos consumo?

Saindo deste mundo um pouco melhor do que o encontrou?

Alegria, liberdade, paz, bem-estar, conexão. Essas coisas não podem simplesmente aparecer em sua vida se você não as tornar uma prioridade.

Não estou dizendo que você precisa largar o emprego para perseguir suas paixões em tempo integral a fim de se realizar.

Isso não é verdade, e às vezes, esse tipo de pressão pode apagar o fogo daquilo que amamos fazer.

Você tem que fazer a escolha de tratar as suas paixões como uma prioridade igual (se não maior) do que suas obrigações. Ou, pelo menos, encontrar maneiras de incorporar suas paixões às suas obrigações.

E às vezes não gostamos de ouvir isso!

É mais fácil dizer: “Bem, não é tão simples – não posso largar meu emprego, então acho que não posso ser feliz”.

Essa perspectiva nos tira do gancho. É mais fácil aceitar uma realidade da qual não gostamos quando podemos colocar a culpa em outra coisa.

É infinitamente mais difícil olhar de verdade no espelho e reconhecer que nossa realidade é o resultado de nossas próprias escolhas. De como escolhemos passar nossos dias, nossas horas, aqui nesta vida.

As maiores mudanças em minha própria vida vieram de uma vida mais intencional. Da escolha de priorizar a exploração, experiências, criatividade, jogo, conexão, família e minha saúde. E escolher priorizá-los agora – não em algum ponto abstrato no futuro “quando terei tempo e recursos”.

Não. Porque nada é garantido além do agora. E quando meu tempo acabar, seja lá onde for, todas essas coisas terão contribuído mais para uma vida significativa do que o tempo gasto trabalhando pelo ideal de sucesso de outra pessoa.

Então, o que você vai escolher? Significado ou sucesso? Essa escolha vai decidir a sua felicidade ou a falta dela! Isso foi o que me ensinou a minha avó.

*DA REDAÇÃO SAG. Foto de Mosoianu Bogdan no Unsplash.

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