O melhor presente de todos não é um beijo demorado, com gostinho de quero mais; não é um abraço apertado, daqueles que não queremos sair do lugar; não é uma noite de amor quente e de tirar o fôlego; não é o eloquente elogio capaz de motivar.

Não são palavras doces com o poder de aplacar a ira ou o negativismo infundado; não é o remédio que leva a cura e nem a vacina que produz anticorpos; não é o sorriso que contagia, trazendo alegria; não é o perdão, que alivia a alma; não é a reconciliação, que apazigua os ânimos.

Não é o ter tudo de bom e do melhor; não é se apaixonar até o coração sair pela boca.

Apesar de todos esses presentes serem de suma importância, ao fazerem bem para a alma, ao coração, à mente e ao físico. Bom mesmo é o presente dado despretensiosamente e sem o menor intuito de instigar ou agradar.

É aquele inspirado pelo poder supremo interno que emana todas as energias positivas capazes de transformar em algo produtivo.

É aquele capaz de suprir qualquer falta, saciando de tal forma que leva ao encontro de todos os benefícios, sejam eles de cura interior, alegria, paz, aconchego, num único pacote.

É aquele capaz de emocionar, num eterno e simultâneo transbordar de lágrimas e sorrisos de uma insanidade salutar, fazendo aflorar todos os sentimentos de amor, ternura, generosidade, que o levam ao sentir pleno, do estar de bem consigo mesmo, com a vida e com todos.

Esse com certeza é o grande pilar para o encontro da felicidade.

É o que faz toda a diferença em nossas vidas, nos fazendo ficar mais leves, livres e soltos.

É o que nos faz reparar todas as coisas boas em nossas vidas, trazendo a tão almejada disposição para a qualidade de vida.

É o que nos faz cantar, tagarelar, festejar, sorrir, comemorar.

É o que faz ficar de boa sem motivo algum capaz de justificar.

É o que faz iluminar de tal forma, que o brilho extrapolado do descontrole faz incomodar pela ignorância do ler nas entrelinhas do íntimo, que só a ti pertence e mais ninguém.

É capaz de mudar completamente do noite para o dia ou até mesmo numa fração de segundos, a tristeza, mornidão ou normalidade em euforia.

Se isso for loucura. Quero ter muitos acessos de loucura todos os dias.

Quero passar do frio para o quente da alma constantemente.

Quero continuar recebendo os melhores presentes reservados pela vida.

Quero continuar a explodir de alegria ao ver a alegria nos olhos da minha filha; ao ver minha mãe cantarolando a sorrir.

Quero continuar vendo cada etapa da vida vencida com mérito.

Quero continuar vibrando com cada meta cumprida; com cada desafio vencido.

Quero continuar levantando a cada tropeço.

Quero continuar sendo amparada e consolada por pessoas generosas e caridosas que me estendem as mãos num gesto de generosidade sem igual.

Quero continuar recebendo mimos que me fazem voltar à infância, trazendo de volta o aroma, o paladar e a alegria de outrora.

São todos esses, os maiores presentes do mundo, capazes de fazer com que minha vida fique mais doce e são esses que capazes de fazer a diferença, fazendo com que minha vida tenha sentido, pois são capazes de me fazerem sorrir quando vivo internamente em trevas.

Isso é esperançar, pois a vida é assim. Hora esfria, hora esquenta; hora é escassa e hora é abundante; hora é céu, hora é martírio; hora é dor, hora é alívio; hora é tristeza, hora é alegria.

Cada dia é único, cada minuto é único. E a vida é assim. E eu sou assim! Sou única.

Não tem como explicar e nem ficar tentando dar explicações.

Todos somos únicos. Somos indivíduos. Apenas devemos nos aceitar e aceitar os outros como são. Apenas devemos ressignificar.

É normal chorar e sorrir ao mesmo tempo de alegria. Essa é a expressão máxima do visualizar a esperança, onde não havia; da solução de um problema sem solução; do alívio, onde só havia angústia; da colheita dos frutos da semente plantada e cultivada; do resultado de todo esforço e dedicação ao vencer seus próprios limites; do cumprimento de todas metas propostas, mesmo em condições desfavoráveis.

De um extremo ao outro, do nada ao tudo, faz todo o sentido para quem vive, apesar de não ter sentido lógico para os outros.

Para isso tem um nome e não se chama de loucura e nem de descontrole e sim de milagres.

É a vida! “E é bonita, e é bonita. Viver e não ter a vergonha de ser feliz.”.

Gratidão! Isso é tudo no Universo do nada sei.

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Idelma da Costa
Idelma da Costa, Bacharel em Direito, Pós Graduada em Direito Processual, Gerente Judicial (TJMG), escritora dos livros Apagão, o passo para a superação e O mundo não gira, capota. Tem sido classificada em concursos literários a nível nacional e internacional com suas poesias e contos. Participou como autora convidada do FliAraxá 2018 e 2019 e da Flid 2018.