Pra falar sobre a Omama e tudo que ela eternizou na vida de tantas pessoas, eu escreveria um livro todo.

São tantas lembranças boas, gargalhadas, cheiro de comida gostosa, de praia com Sol…

Ela era um espírito evoluído. Pura luz.

Mais que avó, segunda mãe e super amiga.

Sempre foi colo quando precisei.

Ela tinha a sabedoria pra encontrar as palavras certas nos momentos difíceis, e de maneira simples dizia: calma Nina, amanhã é outro dia e tudo vai passar.

E ela estava sempre certa.

Omama, dessa vez vai demorar mais um pouco…

Perdoa minha tristeza.

Sei que você era só alegria.

Tua voz está aqui presente na minha memória e vou continuar conversando sempre com você.

Tua energia está aqui presente na minha alma e isso me dará força.

Tua sabedoria está aqui presente e isso continua me trazendo aprendizado.

Tua disposição está aqui e isso vai me trazer mais inspiração.

Ah, e teu amor, esse está aqui, eternizado pra sempre no meu coração.

Não vou pedir pra vc descansar…

Sei que você está comandando a festa aí no céu e celebrando o reencontro com todos que você amava e já não estão mais aqui.

Obrigada, Omama querida, por tudo.

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A MORTEA morte (desencarne) narrativa do Espírito Lúmen a Camille FlamarionA separação do princípio pensante e do organismo nervoso não deixa na alma nenhuma espécie de recordação. É como se as impressões do cérebro, que constituem a harmonia da memória, se apagassem inteiramente e fossem logo restabelecidas sob outro modo. A primeira sensação de identidade que se experimenta depois da morte assemelha-se à que se sente ao despertar, durante a vida, quando, acordando pouco a pouco, à consciência da manhã, ainda se está penetrado pelas visões da noite. Chamado pelo futuro e pelo passado, o Espírito busca, retomar a plena posse de si mesmo e deter as impressões fugitivas do sonho esvanecido, que passam ainda nele com o respectivo cortejo de quadros e acontecimentos. Às vezes, absorvido em tal retrospecção de um sonho cativante, sente sob as pálpebras, que de novo se fecham, os elos tênues da visão reatados e o espetáculo prosseguir; recai, então, no sonho e numa espécie de meio-sono. Assim se balança nossa faculdade pensante ao sair desta vida, entre uma realidade que não compreende ainda e um sonho não desaparecido completamente. As mais diversas impressões se moldam e se confundem, e se, sob o peso de sentimentos perecedouros, tem saudades da Terra de onde vem exilado, é então oprimida por um sentimento de tristeza indefinível que pesa sobre nossos pensamentos, nos envolve de trevas e retarda a clarividência.A morte? Não existe morte. O que designamos sob esse nome, a separação do corpo e da alma, não se efetua sob uma forma dita material, comparável à separação química de elementos dissociados que se observa no mundo físico. Não se percebe essa separação definitiva, que nos parece tão cruel, mais do que a pode perceber o recém-nascido, saindo do ventre materno. Somos verdadeiramente nascidos para a vida celeste, tal qual o fomos para a existência terrestre. Apenas, não estando a alma envolta nas faixas corporais que a revestem na Terra, adquire ela mais prontamente a noção do seu estado e da sua personalidade. Tal faculdade de percepção varia essencialmente de uma para outra alma. Há as que durante o viver nunca se elevaram rumo do céu, nem sentiram o desejo de penetrar as leis da Criação. Essas, dominadas ainda pelos apetites corporais, permanecem longo tempo em estado de perturbação e de inconsciência. Outras existem, felizmente, que, desde esta vida, voaram com as suas aspirações aladas rumo aos cimos do belo eterno. Estas, vêem chegar com calma e serenidade o instante da separação; elas sabem que o progresso é a lei da existência, que entraram no Além, numa vida superior à de aquém; seguem, passo a passo, a letargia que sobe ao coração e, quando o último movimento, vagaroso e insensível, para em seu curso, elas estão já acima do corpo e daí já observaram o adormecimento. Libertando-se dos liames magnéticos, sentem-se rapidamente arrebatadas por uma força desconhecida rumo do ponto da Criação, a que as suas aspirações, sentimentos e esperanças as atraem.NARRAÇÕES DO INFINITOLúmen – EspíritoCamille FlammarionNicolas Camille Flammarion, mais conhecido como Camille Flammarion (Montigny-le-Roi, 26.02.1842 — Juvisy-sur-Orge, 03.06.1925), foi um astrônomo, pesquisador psíquico e divulgador científico francês. Importante pesquisador e popularizador da astronomia.Camille Flammarion também é notável por ter sido um dos primeiros pesquisadores psíquicos e espíritas, tendo desenvolvido extensa atividade nessas áreas. Em um discurso proferido na pioneira associação parapsicólogica Society for Psychical Research em 1923, ano em que presidiu a associação, Flammarion resumiu seus pontos de vista depois de 60 anos de investigação própria sobre fenômenos paranormais. Ele afirmou que acreditava em telepatia, duplo etérico, teoria da fita de pedra e raras manifestações mediúnicas.Flammarion também era membro da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas – fundada pelo codificador do Espiritismo Allan Kardec. Amigo e seguidor de Kardec, o astrônomo proferiu um longo discurso em homenagem ao codificador em seu enterro, afirmando que o mesmo era o "bom senso encarnado”.

Posted by Daniel Andriollo on Tuesday, October 9, 2018

FONTEPor Carolina Carvalho - by Nina
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COMENTÁRIOS




Carolina Carvalho (by Nina)
Carolina é a bynina das frases poderosas e aterradoras! Ela é intensa e ama o mar! Acredita que só depois de um mergulho a inspiração vem!