Seu corpo é um templo. Sua mente é um radar. E a sua alma é o filtro.

Você precisa respeitar o seu corpo ao máximo e filtrar tudo o que vai permitir que entre.

Seus olhos, ouvidos e a mente são portas abertas que levam tudo que veem, escutam e sentem à sua alma. E a alma descarrega tudo em seu coração.

Selecione muito bem o que deixa entrar. Seu corpo é um templo. Sua mente é um radar.

A luz positiva do mundo, têm que ser muito maior do que o lixo negativo que tenta te enterrar.

A imunidade do corpo, começa na alma.

Se sua porta está aberta, selecione o que deixa entrar.

Se está fechada, escolha muito bem o que permite que fique dentro.

Não absorva aquilo que vai pesar.

Limpe o que pode te sujar.

Não deixe que teus olhos e ouvidos sejam direcionados ao negativo.

Queira apenas a sensação de estar puro, leve, limpo.

Não negative seu espírito.

Um coração leve, deixa bonito o sorriso.

Não seja esponja, seja filtro.

Renasça!

A cada minuto que puder respirar mais fundo. Cada vez que a dor não for mais forte. Quando as forças não faltarem.

Renasça!

A cada gargalhada. A cada lágrima. Quando o abraço não te deixar fugir. Quando o momento for de partir.

Renasça!

A Cada joelho no chão. A cada mão para o céu. Quando ouvir a voz de Deus. Quando não houver um adeus.

Renasça!

Pelo amor que ficou. Pelo que o tempo não levou. A cada certeza de eternidade.

Renasça!

A cada obstáculo vencido. A cada cadeado partido. Quando achar a solução. Quando perdoar e receber o perdão.

Renasça!

Faça o que der vontade, aproveite a liberdade e agradeça o presente Divino de viver mil possibilidades de fazer e viver tudo novo!

*Foto de Emile Guillemot no Unsplash

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Escrever é uma fuga que sempre uso. Não tenho temas. Não tenho destinos. Alguns devaneios e desatinos, quem sabe. Solto as palavras ao vento. Viajo ao vê-las viajando pelo ar. Recolho as que voltam nos relentos das manhãs e me lavo em seus afagos. Eu me aguo, renasço. Palavras me acariciam a alma, despertam-me sentimentos, paz, calma. Leio, releio, rascunho e escrevo. Faço dos textos da minha lida, as estrelinhas da minha vida