Tem gente que confunde o deixar ir com abrir mão.

O deixar ir tem muito a ver com desapego. Você permite com que a pessoa faça a sua escolha sem insistir para que ela fique, sem mendigar os seus afetos e a sua atenção, sem querer que ela permaneça do seu lado por dó, e não por amor.

O deixar ir tem sabor de liberdade, você abre a porta, vira as costas, engole o choro, respira fundo, e a pessoa entende que o mundo é dela, porém, aconchego e conforto ela só encontrará em seu coração.

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O deixar ir liberta você da escravidão afetiva.

Te ensina que merecimento é a gente que oferece.

Que quem quer ficar não arruma desculpas, não faz cena, não agride, não ofende, não desrespeita, e não quer, de maneira alguma, te fazer sofrer.

Deixar ir não significa que você está abrindo mão de quem você ama, pelo contrário, é por amar, muita vezes, que você deixa o caminho aberto, ainda que isso venha doer em você.

Isso não significa que abrimos mão, mas que decidimos não mais sofrer mantendo do nosso lado uma pessoa que está longe faz tempo do nosso coração.

Deus sabe todas as coisas, e se responsabiliza por tudo aquilo que colocamos nas mãos dele em oração. Por tanto, deixe ir, se for de Deus, voltará.

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Cecilia Sfalsin
CECILIA SFALSIN, EVANGÉLICA, Filha do Deus altíssimo. Autora dos livros: Seguir em frente e Minha vontade de vencer é maior. Desprendida, é assim que me descrevo. Levo a vida com delicadeza, e as letras como um escape das rotinas e dos encargos que os dias nos obrigam a assumir. Sou quase amável, cristã, e apaixonada pelo autor da fé e da vida, Jesus.