Se afaste de pessoas que gostam de procurar “chifres em cabeça cavalo”. Essas pessoas vão procurar por problemas onde não há problemas apenas pelo prazer de criticar as pessoas.

Mesmo diante da escuridão, é possível ser luz e festejar a vida de uma forma plena, mas temos que deixar ligado nosso alerta constantemente.

Quem nunca se sentiu incomodado ou triste com algo que escutou ou viu, bem como, com algo que foi dito ou visto?

Acredito que em algum momento da vida todos tenham passado por alguns tipos de situações que os tenham deixado cabisbaixo, seja na vida pessoal ou profissional, não é mesmo?

Parece algo tão pequeno, mas pode alcançar proporções de grande impacto.

Geralmente envolve pessoas que se tem elevada estima e consideração ou algum tipo de sentimento, seja ele de amor ou posse.

Muitas vezes mergulhamos num mar de paranoia e sofrimentos desnecessários, que ao fim acaba sobrando para todo mundo que está por perto e que não tem nada a ver com o problema, que foi criado pelo imaginário fértil capaz de criar chifres em cabeça de cavalos.

Algumas vezes podemos causar problemas na vida alheia até mesmo sem querer. Tudo dependerá da maneira como nós e os outros estão, bem como das circunstâncias.

Se um ou outro não estiver bem consigo mesmo ou coincidir de ambos não estarem bem, já era. É o bastante para desandar tudo e ainda sobrar para quem não tinha nada a ver com a questão.

Vocês já se depararam com situações mal resolvidas e na tentativa de solucionar da melhor forma e com boas intenções, somatizam e você sai com mais uma que surge do nada?

E quando você está com um problema só e vários outros brotam sem relação alguma um com o outro?

Dá a impressão que está tudo danado e nada dá certo.

Tem horas que penso que realmente somos movidos por algo que não conseguimos ver, mas sabemos que existe.

Buscar uma explicação racional é em vão.

Parece que quanto mais nos preocupamos, pior fica.

Funciona como se estivéssemos alimentando; vai crescendo cada vez mais.

Penso que ficar martirizando é perca de tempo para o que não tem jeito e o jeito é continuar nadando para não morrer afogado, mudando o foco e os pensamentos para todas as coisas boas da vida.

Isso ocupará a mente e quando menos se espera a coisa ruim terá diluído, ficando para trás e mesmo que apareçam outros desafios, ela estará tão confortável rodeada de coisas boas que fará com que se resolvam instantaneamente e sem sacrifícios, fazendo a vida fluir da melhor maneira possível, sem contratempos ou pesos.

Não raro somos nós mesmos os principais responsáveis por nossos sofrimentos e não satisfeitos, temos a tendência de dramatizar.

Somos uma bomba relógio que ao explodir destruirá tudo ao redor, até não sobrar nada.

Daí percebemos que vai tudo pelo ralo: bens materiais, amigos, família, posição social, glamour, jovialidade, saúde, disposição…

Essas perdas dão a sensação de estarmos sozinhos diante das adversidades da vida, mas a razão de sobrar apenas nós triturados pelo estrondo, não tem nada a ver com a falta de dinheiro, sucesso ou derrotas outras.

Estar na pior não afasta as pessoas, pois poderemos encontrar muitas pessoas estranhas que se sentiram comovidas e estarão dispostas a nos dar as mãos para nós levantar.

Estas pessoas aparecem do nada, porque justamente não faziam parte do nosso campo minado de negatividade da revolta contra tudo que temos e contra todos que consideramos importantes.

O alerta serviria como precaução, em manter o campo “magnético” ao redor descontaminado da negatividade e de fortalecimento interno, capaz de mover rumo ao encontro de tudo o que sonhamos e almejamos.

As consequências daquilo que se ouve ou do que se fala podem ser desastrosas por estarem revestidas de negatividade que atrai negatividade.

Nesse aspecto não acredito que os opostos se atraem e que o negativo atrai o positivo.

Percebo que o negativo atrai o negativo e tudo fica ruim, bem como o positivo atrai o positivo e tudo fica bom.

Acredito na reatividade das coisas e que nada é 100% absoluto.

Sou diferente, penso diferente e ajo diferente, da mesma forma que você também é.

Aliás, somos únicos e essa peculiaridade é o que nos tornam especiais.

Que bom seria se pudéssemos nos fortalecer sempre e se todos fizéssemos a corrente do bem do tudo é possível para o bem comum, ao mudar o foco do negativo para o positivo!

Utopia!

A realidade que nos cerca é bem outra.

O(a) companheiro(a) doente de ciúmes pode acabar com o outro e com o “suposto”. A relação pode se estremecer e até vir a acabar sem motivo algum que justifique.

Empregos podem ser perdidos. Pessoas, empregos e famílias podem ser prejudicadas, traumas podem ser adquiridos em virtude daquilo que se ouve e daquilo que se fala.

Feridas difíceis de serem cicatrizadas fruto dos corações partidos e das almas abatidas é o que mais tem no mundo em que vivemos.

Fazem parte da vida.

Não somos super heróis com poderes para sair pelo mundo afora fazendo justiça e arrumando tudo da maneira que achamos ou pensamos ser e seria arrogância de nossa parte tentar agir como tal.

O que podemos fazer é agir com compaixão, levando luz para nossa própria vida, mudando assim tudo ao nosso redor. Essa luz se resume em coisas boas, bons pensamentos e boas ações, ou seja, tudo que é positivo e para isso ame muito.

Se afaste das pessoas que só querem criticar, ou que só se aproximam para comer a carniça.

Se afaste de quem quer ver problema onde não existe.

Se afaste de pessoas negativas, que nada acrescentam.

Ame você e ame ao seu próximo, esse é principal ensinamento de Jesus.

Só assim, estaremos prontos para festejar a vida plena.

Vamos brindar?

Viva a vida!

*Foto de Pedro de Sousa no Unsplash

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Idelma da Costa, Bacharel em Direito, Pós Graduada em Direito Processual, Gerente Judicial (TJMG), escritora dos livros Apagão, o passo para a superação e O mundo não gira, capota. Tem sido classificada em concursos literários a nível nacional e internacional com suas poesias e contos. Participou como autora convidada do FliAraxá 2018 e 2019 e da Flid 2018.