Respeitar os mais velhos, quem chega primeiro e o hierarquicamente superior (pais, professores e chefes) é questão de maturidade.

Respeitar os papéis que cada um exerce dentro da sociedade é muito mais que maturidade; é um ato de amor.

Cada um deve ser responsável por suas próprias obrigações e afazeres.

Se cada um se limitasse a olhar mais para sua própria vida com certeza seria meio caminho andado para a construção de um mundo melhor com pessoas realmente livres, leves, soltas e felizes.

O que mais se vê, hoje em dia são pessoas que se acham mais que os outras e com esse olhar distorcido de se considerarem os donos do mundo e a última bolacha do pacote, acabam querendo desempenhar as funções que não lhes pertencem, numa atitude de querer excluir o outro, mesmo que de forma inconsciente e involuntária.

Existem inúmeras inversões de papéis. E todas elas, por contrariarem a ordem natural das coisas acabam dando problema para as dois lados, afetando assim todo um sistema, que precisa de ordem para sobreviver.

Com a tecnologia avançada, o livre e fácil acesso a uma quantidade enorme de informações, fez com que o ser humano ficasse dotado de conhecimento e de uma certa forma meio perdido, num emaranhado de muitas e várias ideias.

Tudo na vida tem os dois lados da moeda.

Em algumas circunstâncias o excesso do “saber” fez com que nascesse um processo desafiador, onde cada um passou a mostrar que sabe mais do que o outro, não se importando com princípios e valores. E dessa forma, tem-se visto algumas situações de desordem dentro dos lares, nas escolares e em ambientes de trabalho. Precisamos entender a palavra “respeitar” em todas as suas nuances!

Não tem como perder tempo em achar culpados, pois na realidade não se trata de culpa e sim de falha no sistema que precisa de ordem para andar bem e dar certo.

Na inversão de papéis podemos ver filhos exercendo o papel de pais e vice-versa, subordinados exercendo a função de chefes, alunos querendo ensinar os professores, irmãos mais novos mandando nos mais velhos, maridos e esposas que vêem nos seus parceiros uma continuidade da função dos pais e assim por diante.

A inversão de papéis se tornou pesada. Ela se espalhou e está em todos os lugares, bastando apenas um olhar mais atento para observar.

Dessa forma, o sistema dependendo das circunstâncias pode virar uma bagunça e gerar sérios problemas para ambos os lados, contaminando tudo ao redor.

Tudo que foge da normalidade pode gerar transtornos e desgastes desnecessários, se tornando doentio e gerando escravidão se não forem evitadas.

Prevenir é o melhor remédio. Evitar entrar em círculos viciosos é a melhor solução.

O mundo evoluiu em termos de tecnologia e a humanidade está caminhando para a verdadeira evolução, onde o discípulo supera o mestre pela humildade, pois saberão que para conquistarem um lugar de destaque precisarão de tempo e modo, este não inclui arrogância e nem prepotência e sim vivência e experiência, além do conhecimento.

O sol nasceu para todos e é possível sim lutar por um lugar ao sol, mas de forma que os valores não se percam, principalmente a humildade.

Ninguém precisa ser o outro. Devemos ser nós mesmos e cada um no seu quadrado. Isso passa a ser o suficiente para a verdadeira evolução de um mundo melhor com mais amor-próprio e mais amor ao próximo.

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Idelma da Costa, Bacharel em Direito, Pós Graduada em Direito Processual, Gerente Judicial (TJMG), escritora dos livros Apagão, o passo para a superação e O mundo não gira, capota. Tem sido classificada em concursos literários a nível nacional e internacional com suas poesias e contos. Participou como autora convidada do FliAraxá 2018 e 2019 e da Flid 2018.