Eu sei que dizer apenas “a pessoa que te fere, meu amor, não merece essa atenção toda sua, não!” é fácil, que difícil é realmente não permitir que outra pessoa seja capaz de destruir o nosso dia.

Você já reparou na facilidade que nós temos em absorver o negativo, as coisas ruins, palavras e olhares ruins, ao invés das coisas boas e positivas? Já reparou que somos feito esponjas pra essa merda toda que nos rodeia e não enxergamos o que vale a pena?

Se for contar nos dedos, em um dia, digamos que tenham nove coisas bacanas que aconteceram, seja o amor de seus pets por você, a ligação da sua mãe, uma pequena promoção, um prazer, uma boa leitura, o reencontro com um amigo… e, dentre esses dez dedinhos, nove sendo coisa boa, UMA apenas foi ruim, o que acontece?

Seu dia todo vai pro ralo, as coisas boas que aconteceram vão pro ralo, o abraço do amigo, a ligação, o prazer, TUDO! TUDO VAI PRO RALO, porque damos muito mais importância ao que foi ruim do que as muitas coisas boas. Deu pra entender?

Daí a gente se pergunta: que tipo de pessoas somos nós?

Um bando de gente negativa que, por mais que medite, ame a natureza, ainda somos influenciados pelas coisas ruins e elas geram muito mais reações em nós do que as positivas e lindas.

Digamos que em um determinado dia alguém tenha lhe dito que você é uma pessoa incrível e que te ama muito. Na tarde do mesmo dia, você esbarra com uma concorrente do passado que sorri na sua cara te fazendo lembrar de que ela, um dia, te fez se sentir: um nada.

Tudo volta. Aquele nada do passado. Ignora-se completamente o quão incrível você é para alguém, você só se importou com o que sentiu de negativo naquele dia.

A vida está toda errada? As pessoas estão erradas? Ou somos nós que ainda não aprendemos a dar valor ao que realmente interessa?

Sempre me pego pensando em todas as vezes que eu deixei um comportamento bizarro de uma outra pessoa destruir o meu dia!

Penso no quanto tola eu fui em me deixar arruinar por uma negatividade, por uma opinião contrária às minhas, por uma inimizade ou desentendimento!

“Cara, se a gente não se dá bem, ok! Eu sigo meu caminho e você o seu!”

Mas, o que acontece é que deixamos essas sombras em nossa mente feito fantasmas onde o foco principal de nossa atenção são esses fantasmas e não a magia do que vivemos no momento!

Se você é diferente de tudo isso que eu falei aqui, meu bem, PARABÉNS! Sinal de que você está acima do padrão evolutivo da maioria das pessoas do Planeta que, infelizmente, se aborrecem por coisas que não deveriam se aborrecer, se deixam corromper por palavras que não deviam lhes afetar e, muitas vezes, acreditam em coisas que os outros dizem sobre ele mesmo sem ser a verdade!

A gente se importa. Só, tão somente, nos importamos com a opinião alheia e com o veneno que sai da boca, dos gestos e do olhar de alguém para nós. E isso só nos faz mal por que damos importância demais.

Já imaginou como tudo seria incrível se estivéssemos sempre um nível acima?

Se uma cara ruim não estragasse nosso dia, se um comentário infeliz não deteriorasse nossa alma ou se uma crítica não arruinasse nossa autoestima? Seríamos muito mais felizes, seríamos imbatíveis e inabaláveis e isso seria MARAVILHOSO!

A dica para não nos deixar afetar por qualquer coisa é aprender a direcionar nossa atenção para coisas que valem a pena. Chega de usar o foco de sua lanterna apenas para aquilo que te faz mal, é hora de mudar! É hora de aprender a filtrar o que recebemos para que a gente não se intoxique com a vida!

E, se por acaso, você for envolvido(a) por uma sensação das piores, pára, senta, respira fundo pelo menos três vezes, diga pra si mesmo(a):

ISSO NÃO TEM O PODER DE ME AFETAR. EU SOU LIVRE, SOU FELIZ, SOU INCRÍVEL E ME LIBERTO DESSA TOXINA QUE AGORA TENTA ME PREJUDICAR.

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CONSELHOS INSPIRADORES TODOS OS DIAS TORNARÃO A SUA VIDA MUITO MAIS LEVE E FELIZ!

* Foto de Edgar Hernández em Unsplash

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Cris Souza Fontes
Escritora, blogueira, amante da natureza, animais, boa música, pessoas e boas conversas. Foi morar no interior para vasculhar o seu próprio interior. Gosta de artes, da beleza que há em tudo e de palavras, assim como da forma que são usadas. Escreve por vocação, por amor e por prazer. Publicou de forma independente dois livros: “Do quê é feito o amor?” contos e crônicas e o mais espiritualizado “O Eterno que Há” descrevendo o quão próximos estão a dor e o amor. Atualmente possui um sebo e livraria