Quem se auto-intitula rainha ou rei, não faz jus ao trono que quer ocupar!

Humildade. Dignidade. Moralidade. Palavras que não representam aqueles que se veem como donos do mundo. Em seus reinados fictícios, o que impera é a falsidade, a soberba e a ganância. É um rei individualizado, é uma rainha pra poucos, apenas para seus poucos súditos.

Quem se coloca em um pedestal, pode até, momentaneamente, contemplar a vista do topo, mas, quando as máscaras caem, o tombo é grande.

São os deuses do próprio endeusamento. Se acham e se veem como superiores. Ignoram as dores e anseios do próximo.

O que tem valor, é apenas o que de mais valoroso materialmente, para eles há. Afinal, julgam que tudo e todos têm seu preço. Olvidam-se que, “aqui se faz, aqui se paga”, pois tudo tem seu troco.

Medem os outros com suas réguas dessimétricas. São pobres enriquecidos. Idolatrados por interesses. Cegos por seus egocentrismos.

Esquecem que, tudo o que é demais, acaba sobrando.

São demasiadamente repugnantes. Não precisam discursar ao vento ou aos tolos. Não precisam abrir a boca para que saibamos quem são.

Até mesmo emudecidos, silenciam quem tem muito mais lugar de fala.

Algumas acumulam diplomas. Mas, por não terem educação, anulam todo o conhecimento adquirido. Desconhecem a lei do retorno, que pode até demorar, mas jamais falha. Podem ter inteligência, mas nelas, não abunda a sabedoria.

Lembre-se: “Não existe castigo, não existe recompensa, o que existe é consequência. O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória. Tudo na vida tem um preço”. E a conta deste rei e rainha, será amarga.

Um conselho para quem já identificou o propósito de vida destas pessoas: se afaste!

Não deseje mal para esse suposto rei e rainha, mas sim, reciprocidade e que saibam lidar com elas mesmas e com seus carmas.

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Karol Pinto
Jornalista, balzaquiana, apaixonada pela escrita e por histórias. Alguém que acredita que escrever é verbalizar o que alma sente e que toda personagem é digna de ter sua experiência relatada e compartilhada. Uma alma que procura sua eterna construção. Uma mulher em constante formação. Uma sonhadora nata. Uma escritora que busca transcrever o que fica nas entrelinhas e que vibra quando consegue lançar no papel muito mais que ideias, mas sim, essências e verdades. Um DNA composto por papel e tinta.