Por que orar é bom para a saúde: os efeitos da oração no cérebro humano. O estudo da relação entre o cérebro e a experiência religiosa é chamado neuroteologia. Estudando, o Dr. Andrew Newberg descobriu que:

Por Antonio Giordano

Em suas experiências, o Dr. Newberg selecionou pessoas idosas com problemas de memória para observá-las antes, durante e depois de orações e meditações durante 12 minutos por dia durante oito semanas.

No final das oito semanas, Newberg verificou algumas mudanças muito significativas e profundas em seus cérebros:

Elas tiveram melhorias de cerca de 10 ou 15%, também confirmadas por testes de memória.

A existência de um poder superior é uma questão estritamente pessoal e privada, mas a fé religiosa (católica, budista, judia etc.) poderia desencadear mudanças em todo o corpo, o que poderia ter um efeito curativo.

A ciência tem demonstrado que a religião pode afetar a saúde, deixando as pessoas menos doentes e melhorando bem mais cedo:

Entre os primeiros estudiosos que falaram sobre isso, está o americano Herbert Benson, cardiologista da Universidade de Harvard, que desde os anos Setenta do século passado, formulou para a oração a mesma ação bioquímica produzida pelo relaxamento.

Posteriormente, através de estudos de imagens cerebrais, o Dr. Andrew Newberg, professor de neurociência e diretor do Research Marcus Institute of Integrative Health na Universidade Thomas Jefferson e Hospital em Villanova, Pensilvânia, estudou os efeitos da oração no cérebro humano por mais de 20 anos, explicando que diferentes práticas religiosas têm diferentes efeitos sobre o cérebro.

O estudo da relação entre o cérebro e a experiência religiosa é chamado neuroteologia. Newberg aponta que, embora a neuroteologia não forneça resultados definitivos em questões como, por exemplo, a existência de um poder superior, ela fornece uma compreensão mais profunda do que significa para uma pessoa ser religiosa.

Newberg observou através do cérebro como a oração altera a atividade cerebral, influenciando a mudança em diferentes neurotransmissores, e substâncias químicas em nossos cérebros.

Em suas experiências, o Dr. Newberg selecionou pessoas idosas com problemas de memória para observá-las antes, durante e depois de orações e meditações durante 12 minutos por dia durante oito semanas.

No final das oito semanas, Newberg verificou algumas mudanças muito significativas e profundas em seus cérebros: elas tiveram melhorias de cerca de 10 ou 15%, também confirmadas por testes de memória.

Outros estudos anteriores e posteriores ao de Newberg sublinharam o mesmo fenômeno.

Outros pesquisadores não estão convencidos de que a oração é um meio de cura, mas sabemos muito sobre os efeitos prejudiciais do estresse sobre o corpo, e que encontrar maneiras de reduzir o estresse pode promover a cura.

Portanto, se a oração é uma maneira de reduzir o estresse ao expressar a fé, então, definitivamente, pode ser uma maneira viável de ajudar a curar.

*Com informações de Lavocedi New York. Livremente traduzido e adaptado: REDAÇÃO SEU AMIGO GURU.

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