Pessoas que não cooperam e só sabem reclamar e se esquivar são as mais difíceis de lidar.

Existem personalidades difíceis com as quais não é fácil formar uma equipe e até conviver. Se este for o seu caso, explicamos o que você pode fazer. Anote!

São pessoas antagônicas que em vez de ajudar, atrapalham tudo.

São aquelas figuras que veem problemas e defeitos em tudo, aquelas com quem é preciso muito esforço para chegar a acordos e que, com a sua atitude, minam o ânimo e até a vontade de empreender qualquer tarefa.

Se você mora com alguém assim ou é obrigado a trabalhar com colegas difíceis, com esse perfil, você sabe do que estamos falando.

Além do mais, esse é um problema que até mesmo muitos líderes em uma organização encontram. Porque se há uma coisa que eles esperam é poder liderar seu projeto, para que cada membro da equipe assuma a tarefa e a responsabilidade que lhe foram atribuídas.

No entanto, às vezes, há quem atiça suas reclamações a ponto de sabotar o projeto e prejudicar a harmonia.

Quando uma empresa contrata um trabalhador, o faz pelo seu valor aparente e conhecimento. No entanto, muitas vezes você é forçado a lidar e gerenciar comportamentos hostis para os quais nem sempre está preparado.

É verdade que sempre se pode optar pela demissão, mas o antagonismo é um comportamento que se vê com frequência e que muitas vezes nos ultrapassa.

Algo pode ser feito nesses casos?

Ou devemos apenas aceitar o fato de que aqueles que se recusam a cooperar simplesmente nascem obstrucionistas e não há possibilidade de mudança?

O sucesso de uma empresa e de uma relação, seja ela qual for, parte sempre da capacidade de saber cooperar e chegar a acordos.

Tipos de pessoas que não cooperam

Todos nós já experimentamos a agradável sensação de conviver com um grupo de pessoas. Quando isso acontece, tudo flui: ideias, objetivos alcançados, conversas enriquecedoras e até produtividade.

Acontece no ambiente de trabalho e também em qualquer ambiente social, inclusive familiar e afetivo. Este ambiente positivo parte sempre de um elemento mágico e crucial: a cooperação.

Porém, do lado oposto, estão eles, as pessoas que não colaboram, que são difíceis de lidar. Para entender essas presenças, vale lembrar a teoria interpessoal da psicanalista alemã Karen Horney.

Segundo esse modelo, o neuroticismo pode se expressar de três formas: ser dócil e dependente dos outros, mostrar distanciamento, ou seja, fugir das pessoas e, por fim, ser um obstrucionista.

A Universidade de Utah chegou a realizar uma investigação para criar um inventário e poder detectar esses padrões de personalidade. No entanto, o interessante dessa formulação do Dr. Horney foi entender que por trás de quem tudo atrapalha, costuma haver uma infância marcada pelo abandono, uma educação muito crítica e falta de calor.

Assim, outro aspecto de interesse, em relação a este perfil, é conhecer as tipologias em que se apresenta. É muito provável que algum padrão de comportamento seja conhecido por nós.

o sabe tudo

As pessoas que não cooperam falam mal de nós porque, segundo elas, sabem mais do que nós. São indivíduos que se percebem como tendo melhores habilidades e conhecimento do que a média. Esse nível de superioridade faz com que desprezem qualquer ideia, qualquer proposta e tentativa de realizar uma tarefa. Essas são difíceis e prepotentes.

o dramático

Tudo vai dar errado. O obstrucionismo também se manifesta através da vitimização.

É comum ver homens e mulheres colocando paus em todas as rodas ao usar a queixa como mecanismo de bloqueio. Nessas situações, é comum ouvir frases como: “é que você não me leva em conta nos seus planos, é que você nunca me ouve ou com certeza seu plano será um desastre”, etc.

O explosivo

Pessoas que não cooperativas, às vezes, podem exibir uma característica um pouco mais problemática. Referimo-nos a essa impulsividade explosiva e imprevisível que se transforma em respostas agressivas.

Eles vão da calma à raiva em questão de segundos. Podemos acreditar, por um momento, que temos a concordância e o apoio deles e, depois de alguns segundos, algo os faz pular e ir contra nós. São difíceis de entender.

O narcisista oportunista

De fato, muitos dos perfis com comportamentos antagônicos mostram uma personalidade claramente narcisista.

São homens e mulheres muito habilidosos em boicotar qualquer progresso, qualquer tentativa de atingir um objetivo e até favorecer a união de um grupo de trabalho.

De alguma forma, seu comportamento hostil e bloqueador permite que eles alcancem um certo domínio sobre os outros, graças à sua hostilidade.

São aquelas presenças que agem como um vírus em todas as etapas, adoecem tudo, desligam a motivação e todos os vislumbres de alcançar qualquer objetivo.

Quando uma pessoa com tendências oportunistas e até problemáticas é detectada em uma organização, ela pode optar por atribuir-lhe tarefas rotineiras e simplistas.

A ideia é que, com seu comportamento, ele não afete o trabalho dos outros e trate apenas de objetivos muito padronizados. Tarefas difíceis devem passar longe de pessoas assim.

Nenhuma equipe de trabalho conseguirá atingir uma meta se tiver um ou mais oportunistas em sua equipe.

Como lidar com uma pessoa não cooperativa?

É bem possível que esse tipo de situação dominada por pessoas que não cooperam nos seja muito familiar. Sabemos, por sua vez, o custo que isso representa para uma organização, bem como para qualquer ambiente em que esses perfis aniquilem a harmonia e a produtividade.

A pergunta que, sem dúvida, nos teremos feito mais de uma vez é o que podemos fazer.

Existe alguma estratégia válida que nos permita conseguir uma mudança nesses números?

A resposta é simples. Não podemos esperar que o obstrucionista mude, a única saída é aprender a tratá-lo para que sua presença nos afete o menos possível.

Por outro lado, se alguém com esse comportamento for detectado em um ambiente de trabalho, é preferível não atribuir cargos de comando e relegá-lo a tarefas rotineiras e altamente padronizadas que não exigem acordos com outras figuras. Vejamos agora quais abordagens podem ser úteis para lidarmos com eles:

Ouça sem cair no confronto

Discutir com um narcisista ou alguém desafiador não adianta . É uma batalha perdida. Nossa energia e espírito se foram. É preferível em todos os casos limitarmo-nos a ouvir as suas queixas e a raciocinar sem reagir.

Sabemos que a única coisa que buscam é impor seu poder criando distâncias e problemas, mas também sabemos que não vamos entrar no jogo deles nem cair em suas armadilhas.

Basta ouvi-los e depois fazer o que consideramos adequado sem perder a calma.

Mostre-se confiante e seguro de si

Evitemos vacilar, duvidar ou nos deixar levar pela má conduta de uma pessoa não cooperativa. Faça-o ver que você confia em suas habilidades e que suas críticas, ameaças ou dúvidas não prejudicarão sua vontade.

Confiar em si mesmo é sobrevoar quem só faz barulho, ser uma pessoa eficaz e decidida é fazer ouvidos moucos para quem só quer te ver fracassar.

Faça-o ver que não cooperar traz consequências.

Mais cedo ou mais tarde, as pessoas que não cooperam terão de pagar um preço por seu comportamento e atitude. Como sempre acontece com narcisistas ou figuras problemáticas, eles acabam encontrando isolamento e rejeição social.

Para que uma organização, equipe ou relacionamento funcione, é preciso saber conviver, chegar a acordos e cooperar. Isso requer intencionalidade e abertura emocional, um compromisso firme com os outros e uma atitude positiva.

Quem traz consigo o peso das próprias frustrações só quer trazer para o exterior o mesmo desequilíbrio e caos.

O melhor nesses casos é fazê-lo ver que, com sua atitude, ele só tem duas opções: mudar ou ir embora.

Quem obstrui, destrói e não coopera precisa sentir o gosto do abandono. Vamos manter isso em mente. Pessoas difíceis não devem ser mantidas por perto, elas precisam entender que ninguém é obrigado a conviver com elas.

*DA REDAÇÃO SAG. Com informações LLM

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