O agora é o que importa, o resto é resto. A vida é a nossa maior dádiva!

Estar vivo é o bastante.

É preciso ir resignificando a vida.

Com o tempo tudo muda.

Nosso modo de agir e pensar acompanha as mudanças inerentes à vida.

Nada ficará igual ao que foi antes, por melhor que tenha sido.

Aprendemos a acompanhar o ritmo constante que nos é apresentado, dia após dia, ano após ano, num processo espontâneo e natural.

Gradativamente, somos presenteados com um universo mágico, cheio de possibilidades e de acordo com o momento em que vivemos.

Nos encantamos com as pequenas coisas que fazem parte de nossas vidas, que são responsáveis por propiciar situações de alegria.

Saciamos até a chegada de algo novo que nos surpreenderá de tal forma que passamos a deixar de lado o antigo.

É uma questão de evolução.

Tudo é importante para a nossa caminhada.

Todas as coisas são capazes de nos prepararem, aos poucos, para algo maior. São tantas coisas que já foram importantes para nós e que deixaram de ser.

As brincadeiras de criança, os brinquedos novos, o primeiro relógio, o primeiro amor, a coleção de selos,o álbum de figurinhas completado, o primeiro celular, o primeiro emprego, a medalha de mérito, a festa de casamento, a primeira casa, o primeiro carro, a roupa da última tendência da moda, a turma de amigos da Faculdade, o casal de amigos, a confissão entre adolescentes, o melhor amigo, a primeira vez, o primeiro beijo, a abundância de bens e de dinheiro …

Com o tempo, algumas tornaram-se obsoletas, outras fora de moda e outras sem sentido de ser.

Tudo passa. E em passado se transforma, sua importância se perde.

O que importa mesmo é o desfrutar de cada momento de alegria propiciado por cada coisa em seu devido momento.

Tudo em equilíbrio e com ponderação.

O desfrutar do dinheiro sem excessos para que não venha a faltar no futuro em virtude de eventual perda de emprego ou na velhice onde se tem mais gastos com remédios, planos de saúde e cuidadores de idosos.

Mas, também que não venha a deixar de desfrutar das coisas boas da vida, tais como passeios, viagens… em prol de adquirir bens, que não poderão ser levados no caixão ao morrer.

O limpar a casa sem neuras, pois cozinha limpa, sujará novamente.

O cuidar dos filhos e do(a) marido (esposa) sem se anular, pois os filhos crescerão e viverão a vida deles, o(a) marido ou esposa poderão deixar de amar e irão embora.

O bom papo dos amigos perderá a graça, quando a afinidade que os une terminar.

Trabalhar de forma que não se perca a saúde, o crescimentos dos filhos e nem os momentos de lazer.

Quando adultos, as brincadeiras de criança e os brinquedos deixarão sua razão de ser.

A roupa e o penteado da moda, ficarão cafona.

Os pais partirão um dia, dessa para a melhor e assim por diante.

Estar vivo é o bastante.

Então, aproveite a vida da melhor forma possível com certa dose de responsabilidade e um dia de cada vez, pois o agora é o que importa e o resto é resto.

A vida é a nossa maior dádiva. Devemos ser gratos sempre e isso é o que realmente importa.

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Idelma da Costa
Idelma da Costa, Bacharel em Direito, Pós Graduada em Direito Processual, Gerente Judicial (TJMG), escritora dos livros Apagão, o passo para a superação e O mundo não gira, capota. Tem sido classificada em concursos literários a nível nacional e internacional com suas poesias e contos. Participou como autora convidada do FliAraxá 2018 e 2019 e da Flid 2018.