Vencer as más línguas, vencer a dor de cada queda, vencer os gigantes, vencer a vergonha depois de cada tropeço é tarefa para os fortes.

Sabe como ficamos fortes? Sabe quando nos tornamos insuperáveis? Não é só quando vencemos todos os desafios. Não é só quando rompemos todas as barreiras e batemos todos os recordes.

Nos tornamos imbatíveis quando conseguimos enfrentar os desafios que são maiores que a gente.

Nos tornamos vencedores quando superamos o “medo de perder” e vamos para as batalhas diárias com muita vontade de ganhar.

Somos maiores que tudo, quando nos permitimos ser o “último”, sem desistir. Quando “perdemos”, sem reclamar.

Quando “caímos” e queremos levantar.

Quando “choramos” e, mesmo assim, nos mantemos de pé e com a cabeça erguida.

Nos tornamos melhores quando continuamos.

Sabe aquela lágrima que cai quando o prêmio não chega depois de tanto esforço? Ela é tão bonita quanto a maior medalha, tão linda quanto um troféu de ouro.

Vencer as más línguas, vencer a dor de cada queda, vencer os gigantes, vencer a vergonha depois de cada tropeço é tarefa para os fortes.

Vencer à nós mesmos é ter alma de guerreiro. Essa é a maior das competições, lutar com tudo o que é contra você e não desistir nunca.

Isso garante a maior das vitórias: A satisfação pessoal. É a resiliência nascendo.

Saber que fez o melhor possível é realizar o impossível. É se tornar imbatível.

Quando enormes obstáculos te cercarem, olhe pra dentro e procure sua força, olhe pra cima e procure o seu Deus, pois aquele que te fortalece é maior que todos eles!

Vá e vença!

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Cleonio Dourado
Escrever é uma fuga que sempre uso. Não tenho temas. Não tenho destinos. Alguns devaneios e desatinos, quem sabe. Solto as palavras ao vento. Viajo ao vê-las viajando pelo ar. Recolho as que voltam nos relentos das manhãs e me lavo em seus afagos. Eu me aguo, renasço. Palavras me acariciam a alma, despertam-me sentimentos, paz, calma. Leio, releio, rascunho e escrevo. Faço dos textos da minha lida, as estrelinhas da minha vida