“O medo mata mais do que a própria morte. O medo atrofia a atitude e mata a esperança!” Não tema nada! Tenha coragem! A vida quer provar a sua força!

O medo da morte é o temor mais comum entre os homens. Mesmo sendo a nossa única e maior certeza. Mesmo todos sabendo que possuem um tempo pré-determinado na Terra, a maioria dos seres humanos agem como se fossem eternos.

Passam noites sem dormir preocupados com o dia fatídico que deixarão o corpo físico.

Muitos, extremamente materialistas, se apegam a “coisas” que não poderão ser levadas com eles após a morte, como bens materiais, títulos e posição social. E esse apego demasiado os faz temer a própria sombra, e fugir constantemente dela.

Essa fuga constante dificulta o processo de individuação, de reforma íntima, e labirinta o caminho, tornando a jornada pesada demais.

Para esses indivíduos a vida não faz sentido algum, porém, a busca desenfreada por status e poder, passa a ser o objetivo maior de suas vidas, e essa atitude demonstra o quanto estão perdidos diante de suas reais missões de vida.

Quando perdidos, se afastam totalmente de seus propósitos, daquilo que se propuseram a fazer e a aprender na vida, antes de virem para cá. Sim, fazemos planejamentos e não cumprimos, todos nós. Mas alguns se desviam muito, muito mesmo!

Perdidos, e desvinculados da fé que ilumina os caminhos, esses seres humanos se vinculam facilmente as energias do mal, pois no escuro dos seus corações só o que conseguem perceber é a dualidade que existe em tudo que é vivo. E essa dualidade os perturba.

Iludidos pela força e pelo poder de ação que identificam equivocadamente no mal, e incapazes de sentir a plenitude que existe no bem, eles seguem trocando os pés pelas mãos e colecionando sentimentos negativos que os transformam em fontes catalizadoras do mal.

Esse catalizador que desenvolvem em si mesmos, é como uma antena que identifica soluções na estação errada. São aquelas pessoas que sempre possuem ideias destrutivas, ou sugerem caminhos que para eles são “geniais” mas que só favorecem a eles próprios ou ao seus.

São aquelas pessoas que se importam mais com o dinheiro do que com a vida das pessoas.

São aquelas pessoas que não se importam e nem sentem o menor desconforto com a desigualdade social e econômica do mundo.

Que acreditam na meritocracia, mesmo possuindo a consciência de que é praticamente impossível uma pessoa desnutrida, que não possui recursos e nem estudo suficiente, competir por uma vaga ou posição profissional com outra que nasceu em “berço de ouro”.

Esses que mesmo sabendo que a competição é injusta, se gabam das suas conquistas e se lixam para aqueles que possuem condições extremamente limitantes.

Esse comportamento se intensifica nos seres que se entregam as paixões da carne e aos desejos mundanos.

São aquelas pessoas que acham besteira proteger a natureza e xingam uma criança ambientalista que se preocupa com o futuro do planeta.

São aquelas pessoas que ao perceber a eminencia de uma crise global e a possibilidade real de escassez, correm ao supermercado e compram tudo o que vêem pela frente apenas para se sentirem seguros por mais um tempo, pois precisam sentir que possuem o controle da situação, mesmo que a razão lhes mostre que eles não tem controle algum.

Simplesmente não pensam que poderá faltar alimento para os outros, até pensam, mas não ligam. É o famoso instinto pela sobrevivência que aciona o cérebro reptiliano. Eles priorizam o instinto animalesco que deveria ser extinto do comportamento humano, visto a real necessidade evolutiva.

O medo é uma emoção natural, mas é preciso aprender a senti-lo o suficiente para aprender com ele e depois deixá-lo ir.

É natural sentir medo, todos nós sentimos, e essa emoção é benéfica para aqueles que já desenvolveram empatia, amor próprio, compaixão, humildade e sabem que “fora da caridade não há salvação”. O medo nessas pessoas funciona como um alerta, uma proteção para que eles mantenham a integridade física e psicológica a tempo de se defenderem ou se salvarem de uma situação perigosa.

Esse alerta é captado e a fé que possuem acende a luz interior e os levam por caminhos que são indicações de benfeitores, anjos, auxiliadores divinos, que trazem sentimentos de cura e restauração, de purificação e paz, os regenerando e os auxiliando a criarem novas oportunidades em todos os campos de conhecimento. São eles que trazem a tona as novas tecnologias, inovações e progresso, pois se abrem e se conectam com essa fonte criadora e recebem inspirações do Alto.

Eles conseguem trazer soluções para o mundo porque não duvidam que existem soluções e principalmente porque possuem uma disposição para o bem.

No entanto, há quem utilize uma disposição parecida para o mal, e alimenta pensamentos e sentimentos negativos, mesmo fingindo ou tentando ser uma boa pessoa.

Essa disparidade entre o ser e o parecer socialmente, os faz temer serem descobertos, e vivem em uma corda bamba, entre o sucesso e o fracasso, entre a paixão e a carência, entre a brincadeira e a ofensa, percorrendo uma linha tênue que separa uma personalidade forte, de um completo babaca.

Como já disse no inicio do artigo, as pessoas se perdem quando o medo controla.

Muitos poderosos que estão a frente de inúmeros conglomerados são medrosos disfarçados.

Possuem tando medo que se tornam perversos. Nesses casos, o medo não os impede de agir, mas faz com ajam de forma egoísta.

Outros casos onde há fuga das próprias sombras, não existe necessariamente um ímpeto em fazer o mal para os outros, necessariamente, mas existe uma autodestruição, uma autossabotagem, uma força limitante que as impendem de seguir em frente e as fazem prostrar diante das dificuldades.

Essas pessoas não são más, mas acreditam que são, ou se sentem parte do mal que existe no mundo. Essa escuridão onde habitam, emocional e espiritualmente, mata a esperança. E a morte da esperança é a inacessibilidade da fé.

Essas pessoas simplesmente não conseguem ter fé. Perderam completamente a esperança no mundo e nas pessoas, e esse estado de consciência é muito alarmante, praticamente mina as próprias forças, e destitui-se da própria vida.

Não podemos permitir que o medo mine nossas forças.

Para isso, precisamos nos nutrir de energias fortificantes, pois elas são as vitaminas essenciais que precisamos para acender a luz em nós.

Essas energias nos abastecem quando nos conectamos em uma estação vibracional mais elevada. Quando nos alimentamos, da hora que acordamos até a hora que vamos dormir, de pensamentos positivos, nutrindo em nós as emoções que nos inspiram gratidão, aceitação, e confiança.

Essa intenção positiva nos inspiram a fazer o bem, e a enxergar o lado bom das coisas, a parar de nos vitimizar ou dramatizar seja qual for a situação, e nos coloca em ação amorosa, a serviço da humanidade e não apenas do nosso ego.

Aliás, essas energias benfeitoras nos nutrem de tal modo que passamos a identificar o que é desejo arbitrário e vaidoso do ego, e o que é propósito e missão de vida.

Essa diferenciação nasce do autoconhecimento e da conexão com a nossa fé, independente de crença religiosa. É nela que mora a nossa força.

Mas quem teme demais a vida e é apegado demais ao passado, ou a matéria, não consegue acessar essa força interna porque busca as respostas e as soluções sempre fora, e o medo fala mais alto do que a confiança em si mesmo.

Para vencer o medo é preciso fortalecer a fé.

Se essa fé se originar da força e da conexão com Deus ela é bem vinda, benfeitora e pacificadora, mas se não conseguirem inicialmente acreditar em um criador, ou em uma energia criadora não faz mal, ao menos passem a ter fé em si mesmos, e a terem esperança em dias melhores.

Tentem com muito esforço desvincular essa fé, quando a encontrarem, da soberba, da vaidade, do egocentrismo e do egoismo. Caso contrário, se depararão com uma fé dual, ora benigna, ora maligna, que se vincula à personalidade autêntica daqueles que já flertavam com o mal, que se utiliza do poder interior para fazer bolar planos e conchavos maliciosos, ou para se gabar daquilo que conquistou apenas para si mesmo.

Cultivem os bons pensamentos e vibrem positivamente, a transição planetária está acontecendo e coisas boas acontecerão!

Sejam generosos, solidários e se apliquem na fé conciliadora diariamente. Esse é o nosso papel agora! Fomos convocados a ter CORAGEM!

Confiem mais, reclamem menos. E parem de temer o futuro!

Vivam o presente, o aqui e o agora, em sua magnitude, e grandiosidade.

O presente é o que temos, e já é tudo que precisamos!

Texto de Iara Fonseca – Inspirado na frase de Robson Hamuchehttps://www.facebook.com/robsonhamuche: “O medo mata mais que a própria morte. O medo atrofia a atitude e mata a esperança”.

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Iara Fonseca
Jornalista, poeta, palestrante, produtora e editora de conteúdo do Resiliência Humana e do Seu Amigo Guru. Seu interior é intenso, sempre foi! Transforma suas angustias em textos que ajudam muito mais a ela própria do que a quem lê. As vezes se pega relendo seus textos para tentar colocar em prática aquilo que, ela mesma, sabe que é difícil. Acredita que viemos aqui para aprender a ser, a cada dia, um pouco melhores, para nós, e para o outro!