“Minha família é minha força ou minha fraqueza. É sobre mim, não sobre eles.”

Muitas vezes a nossa família é motivo de alegria, outras, de tristezas profundas.

Lanço mão do princípio budista que diz: sorria quando o abuso for lançado em sua direção e isso também passará.

Sempre acreditei que meu silêncio sobre vários assuntos será uma vantagem a longo prazo. Eu apenas assumo o que posso me comprometer completamente naquele momento, e dessa forma eu consigo dar o seu melhor.

Ceta vez li uma declaração que me fez refletir, “sou filha de meus pais, fui criada com valores suficientes inculcados, onde usarei minha discrição em minhas escolhas.

Ao mesmo tempo, reconheço quem sou e, se sentir a necessidade de me libertar para fazer o tipo de trabalho que preciso, farei”.

A frase acima revela uma pessoa de personalidade forte, com muitos atributos, mas certamente, uma pessoa que confia, sobretudo, em si mesmo, na sua verdade. Uma pessoa que respeita e honra os valores de sua família, mas sabe recorrer ao seu interior para acessar a verdade.

Para ela, sua família é sim sua força, mas ela sabe que, dependendo do valor que ela decidir focar, essa família também poderá vir a ser a sua fraqueza. Isso porque, se focamos nos pontos fracos dos nossos entes queridos, se constantemente, apontamos seus defeitos, os criticamos e julgamos, aos poucos vamos adoecendo, nos sentindo fracos, cansados, e perdemos o interesse na vida.

Se não conhecemos a nossa verdade, sempre que fizermos escolhas para nós mesmos, ou estaremos indo contra as necessidades e crenças da nossa família e sentiremos, imediatamente, um peso na consciência, ou nos sentiremos forçados a seguir suas crenças, mesmo que elas não façam nenhum sentido para nós.

É natural nos sentirmos divididos. Mas o que podemos fazer para nos sentir mais fortes em relação a nossa família?

O fato é que, nunca nos sentiremos com a consciência leve quando decidirmos mudar o rumo da nossa vida e ir contra aos desejos de nossos pais para nós. Por isso, é preciso aprender a viver com a consciência pesada.

Parece estranho ler isso, mas é uma grande verdade. Se insistirmos em viver segundo as regras familiares, mesmo que essas regras não nos façam bem, essa “consciência leve” trará suas consequências para a nossa saúde mental e emocional.

A consciência pesada aparece quando fazemos escolhas contrárias às vontades de nossos pais. Ela pesa para nos mostrar o quanto estamos comprometidos com a nossa verdade. Não é sobre contrariar por ser do contra. É sobre ser você mesmo sem amarras. Ser toda a potência do seu amor, sem crenças limitantes.

Alguns pais vão aceitar, acolher, amar toda sua autenticidade, outros não. E você tem que ter coragem de arcar com as consequências para ser feliz de verdade.

Mas como ser feli quando nossas escolhas não são aceitas pelos nossos pais?

Precisamos nos tornar independentes emocionalmente e tomar apenas as forças e as qualidades dos nossos entes queridos, esse é o segredo da harmonia familiar.  Sem nos deixar contaminar pelas críticas que nos fazem. Precisamos deixar com eles os seus defeitos e fraquezas para que eles possam aprender com as lições da vida.

Porém, nem sempre conseguimos fazer isso.

Geralmente, tendemos a focar nos pontos fracos dos nossos familiares. nos chama a atenção os seus erros, e não tanto os seus acertos. E o mesmo movimento, sentimos vindo em direção a nós.

Muitas vezes, nos sentimos criticados pelas escolhas que fizemos e pela forma que decidimos viver a nossa vida. Sentimos que a nossa família só foca nos nossos pontos fracos e que nós não somos motivo de orgulho para eles. E essa sensação nos fere… nos desanima.

A grande verdade é que precisamos honrar o que nos foi ensinado e a vida que nos foi dada, mas devemos nos libertar, o quanto antes, da necessidade de sermos aceitos e validados.

Isso, se quisermos ter sucesso em viver plenamente a nossa verdade em vida.

Devemos honrar a nossa família vivendo a nossa vida ao máximo, já que ela nos deu a vida.

Honrar não é agradar a família,  é fazer a vida que eles nos deram ter valido a pena. Pense nisso se você tem uma família que não te aceita como é. Ou, se você não os aceita como são. A VIDA É CURTA, ACEITE OS E ACEITE-SE PARA QUE VOCÊ CONSIGA SER FELIZ.

*DA REDAÇÃO SAG. Texto de Iara Fonseca, jornalista, escritora, editora de conteúdo dos portais Resiliência Humana, Seu Amigo Guru, Homem na Prática e Taróloga. Para agendar uma SESSÃO DE AUTOEXPANSÃO com a Iara, mande um direct para @ESCRITORAIARAFONSECA

*Foto de Joseph Gonzalez no Unsplash

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Jornalista, escritora, editora chefe e criadora de conteúdo dos portais RESILIÊNCIA HUMANA e SEU AMIGO GURU. Neurocoaching e Mestr em Tarot. Para contratação de criação de conteúdo, agendamento de consultas e atendimentos online entrem em contato por direct no Instagram.