Hoje eu me ajoelhei, chorei e mostrei toda a minha vulnerabilidade a Deus!

Hoje me debrucei sobre mim e chorei. Desnudei tudo o que vinha sentindo. Mergulhei em tudo o que está se passando comigo. Revisei os conhecimentos que tenho aprendido. Visitei tudo o que é, de fato, importante pra mim!

Listei e nomeei todos os meus medos, ressignifiquei as minhas tristezas mais profundas!

Incinerei os resquícios doloridos dos primórdios! E me tive em mim!

Chorei! E não foram poucas às lágrimas.

Elas caíram rápidas, e secaram, na medida em que Deus agia em mim.

Ajoelhada, agradeci a minha vida, às experiências que se somaram e me trouxeram até aqui!

E conforme eu ia agradecendo, eu sentia as lágrimas se acalmando, o meu coração batendo forte, e fui sentindo a cura expandindo a minha consciência sobre tudo.

Sobre a verdade da vida e sobre a eternidade da alma!

E essa inteireza foi me enchendo da responsabilidade que me cabe, e me livrando da vitimização que me atraia para a lamentação indevida.

Dentro e entregue a esse processo, fui juntando as palavras mais honestas para compor o que sou e o que quero ser.

E de frente comigo, como se uma especie de espelho d’ água se formasse em minha mente, me vi duvidando de mim mesma, me vi desacreditando a obra de Deus em minha vida.

Cheguei mais perto e estendi a mão para mim, pude ver o brilho dos meus olhos inocentes e cheios de amor, e o meu olhar se abriu, se iluminou, se inundou de amor.

Vi beleza em tudo o que plantei!

Vi transformações frutíferas conquistadas por mérito.

Vi aceitação, e sobretudo, vi muito amor na minha essência que revelava a minha integridade.

Respirei fundo e deixei vir as sensações desse interior que é o que sou, e um sorriso surgiu, primeiro em meu coração, e depois, meio tímido, veio revelar em meus lábios, a verdadeira alegria em estar viva, e em ter a oportunidade de ser melhor hoje do que já fui um dia.

Vi toda a minha vida passar em cenas, em um lampejo de memória, e pude purificar as águas podres que sedimentaram as minhas mágoas.

Perdoei, respirei, e senti a fé jorrar abundantemente, lavando a minha alma, e fortalecendo o meu espírito.

Hoje, me ajoelhei, chorei, e renasci para uma nova versão de mim.

Pretendo amanhã, se for preciso, ajoelhar novamente, e renascer mais uma vez, para imprimir o meu propósito o mundo, se Deus assim me permitir.

Caminharei seguindo os Seus passos, criando laços de luz, que me guiarão nessa jornada do herói que fiz de mim, até uma vida extraordinária! Porque eu mereço ser feliz!

Enquanto eu estava joelhada, eu escutei bem dentro de mim, o som do amor que pensava, que só poderia ser sentido, mas eu ouvi, feito um canto de pássaros, bem aqui dentro.

Parece mentira, mas não é!

EU NÃO SABIA A FORÇA QUE TEM UMA ORAÇÃO EMBEBIDA DE HUMILDADE!

Nem eu!

Agora sei que o caminho até a essência de Deus só é nos apresentado quando nos pomos humildes, ajoelhados, e agradecidos, a sua frente.

Não orei frases repetidas, apenas ajoelhei e me entreguei, e sem esforço, me conectei! E o fiz, com o meu coração verdadeiro, sem pedir nada, apenas desejando com todas as minhas forças internas estabelecer esse contato.

Deus nunca deixa um coração humilde sem resposta!

“Se podes?”, disse Jesus. “Tudo é possível àquele que crê.” – Marcos 9:23

Você crê? Então se ajoelhe e se revele!

Hoje eu me ajoelhei, chorei, e humildemente, mostrei toda a minha vulnerabilidade a Deus!

E descobri o maior amor do mundo!

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Iara Fonseca
Jornalista, poeta, palestrante, produtora e editora de conteúdo do Resiliência Humana e do Seu Amigo Guru. Seu interior é intenso, sempre foi! Transforma suas angustias em textos que ajudam muito mais a ela própria do que a quem lê. As vezes se pega relendo seus textos para tentar colocar em prática aquilo que, ela mesma, sabe que é difícil. Acredita que viemos aqui para aprender a ser, a cada dia, um pouco melhores, para nós, e para o outro!