Eu tenho dentro de mim uma coisa esquisita… é uma fé infindável na Vida.

Todas as vezes que chego ao fundo do poço, por mais que me canse e me amedronte, eu foco é na saída.

Não sou alguém que fica sentada, tremendo de medo, reclamando de tudo.

Eu realmente tento. E tento de novo. E subo e caio outra vez, mas não são os tombos que me incomodam.

É a sensação de não sair do lugar.

Quando você pensar que acabou pra mim, só porque estou na lona, eu vou te mostrar que ir à lona nem sempre significa perder a luta; às vezes o recuo é só estratégia.

E taí uma coisa que as lutas da vida me ensinaram bem…

Eu não sou incansável.

Mas, a minha fé, a minha crença em mim, e em DEUS, me faz “INDESISTÍVEL”. A palavra não existe? Não importa! No meu dicionário ela é muito bem empregada!

Eu vou, com medo mesmo, com cansaço mesmo, nem sabendo pra onde direito, mas com a certeza absoluta de onde não irei permanecer. Eu nunca fujo de um combate quando o que está em jogo é algo (ou alguém) que eu amo muito.

Certas batalhas valem toda a dor; toda a entrega; todo sacrifício.

Porque as batalhas terminam…e o que fica é a sensação de ganhar a si mesmo. A liberdade. A dignidade. Isso não tem preço.

O verdadeiro perdedor, para mim, não é quem é derrotado em combate; é aquele que nem sequer se dá o direito de lutar. É o que desiste sem tentar. É o que se acomoda por medo.

Tá pra nascer o ser humano que vai usar meu amor e gratidão de corrente para me aprisionar.

Como dizia meu querido Cazuza:

“Mas se você achar que eu tô derrotado, saiba que ainda estão rolando os dados…
Porque o tempo, o tempo não para…”

E eu também não pretendo parar, tão cedo…

Gratidão, VIDA!

Foto: Divulgação/Instagram Ana Furtado

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Bruna Stamato
"Mãe, mulher, geminiana, maluca e uma eterna sonhadora!"