Eu me perdoo, eu me amo, eu me aceito como sou.

Meu coração está curado, desprendido; está em outro patamar de circulação emocional.

Cada momento que tive; cada decepção, cada instante em que aprendi a me virar, só me mostraram que tenho que contar comigo.

Deus é meu alicerce, é minha cura, é aquilo que tenho utilizado como arma para afastar coisas ruins da vida, pessoas destrutivas e sentimentos tóxicos.

Eu me perdoo, eu me amo, eu me aceito como sou.

A vida não para.

Preciso de espaço, preciso ampliar meus conhecimentos, preciso ser sábia diante das adversidades do caminho.

Não quero o retrato das coisas que me machucaram pendurados na parede da minha alma e nem quero oferecer minha mão a quem nunca soube me amparar.

Ofereço apenas minha luz para que mentes se abram, que dias não sejam escassos de alegria, de boa vontade, de capacitação interior.

Que toda raiva se dissolva, que toda mágoa se transforme em água limpa, que pensamentos bons flutuem dentro de almas mais gentis.

Eu me perdoo, eu me amo, eu me aceito como sou.

Meu coração é de onde saem todas as canalizações que me guiam.

Já não vivo de tanta euforia, já não sou mais a mesma por tantos motivos.

Mas eu sei o que não cabe mais na minha vida, sei que tudo é transformado e renovado com as passagens do tempo.

Não vou voltar lá trás, não vou roubar de mim, o que pode alimentar meus dias.

Eu me perdoo, eu me amo, eu me aceito como sou.

Já sem urgência para algumas coisas, sinto que nada é mais sagrado do que estar em paz, do que limpar a caixa de memória, do que passar a vida a limpo.

Muito entulho faz mal, coisas mal resolvidas empacam o presente.

Desprendimento, gratidão, reconhecimento das falhas, tentar de novo, buscar o direito ao sorriso, ao lugar mais leve, aos sentimentos menos distorcidos.

Eu me perdoo, eu me amo, eu me aceito como sou.

Chamo de cura, auto-libertação e menos importunação de coisas que só servem de abismo.

Meu coração está dentro do que chamo de transição dos dias.

E, se isso, é suficiente, pra quê conturbar mais.

Que tudo siga para onde tiver que seguir, que cada um siga com o curso natural das suas vidas.

Estou fazendo minha parte, e que, eu seja honesta comigo.

Eu me perdoo, eu me amo, eu me aceito como sou.

Deus é minha resposta, é minha bússola, é minha espiritualidade guiada.

Que fique para trás, tudo que já não pôde seguir comigo.

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Sil Guidorizzi
Sou Paulista, descendente de Italianos. Libriana. Escritora. Cantora. Debruço-me sobre as palavras. Elas causam um efeito devastador em mim. Trazem-me â tona. Fazem-me enxergar a vida por outro prisma. Meu primeiro Livro foi lançado em Fevereiro de 2016. Amor Essência e Seus Encontros pela Editora Penalux. O prefácio foi escrito pelo Poeta e Jornalista Fernando Coelho. A orelha escrita pelo Poeta e jornalista Ivan de Almeida. O básico do viver está no simples que habita em mim.