Esse negócio de fazer jogo comigo, nunca funcionou.

Eu sou viciada em reciprocidade.

Odeio sentir que estou perdendo meu tempo e nunca insisto em alguém mais do que 2 vezes.

Não é orgulho nem nada…é falta de paciência.

Para mim, é tudo tão simples. Mas tão simples, que eu não consigo entender esse povo que faz tipo… E eu não costumo me meter com aquilo que eu não entendo.

Como eu não sei lidar, eu prefiro não insistir.

A pessoa some 1 dia, 2…eu sumo pra sempre.

A pessoa não responde passado algum tempo, eu encerro a conversa.

A pessoa diz que quer ficar mas não pode, eu respeito totalmente ainda ajudo nas malas

A pessoa diz que me adora mas nunca tem tempo pra me ver, eu acabo com o dilema dela rapidinho.

Não é intolerância, é uma questão de configuração mental.

Na minha, quem quer, quer. Ponto.

Se eu amo você, você vai ser o primeiro a saber e eu nunca vou deixar margem para dúvidas.

E se eu tô contigo, então eu estou contigo. Pra tudo.

Se eu digo que vou, eu arrumo um jeito de ir.

Se eu disser que te amo seguido de um “mas”, tenha certeza que eu não te amo mais. Por isso não digo. Para mim, ‘amar’ não pode ser seguido de conjunção adversativa. Rsrs

Amor bom se conjuga obrigatoriamente no plural e no gerúndio, de preferência.

Ou é ou não é. Ou fica ou se vai. Ou quer ou não quer.

Ou está ou não existe.

Quando o lance começa com muito “porém” e vírgula, já resumo para o ponto final.

Dificilmente uma história que começa ruim e confusa vai se tornar memorável e linda.

Dúvida, a gente tem se pinta o cabelo ou não, se faz direito ou publicidade, ou se compra um ap ou vai fazer a viagem dos sonhos.

No amor, se existe dúvida a certeza já se faz bem clara.

Quer um jogo? Compra um fliperama.

Meu coração não é videogame, nem tão bobo quanto parece…

COMPARTILHAR

RECOMENDAMOS

COMENTÁRIOS




Bruna Stamato
"Mãe, mulher, geminiana, maluca e uma eterna sonhadora!"