Sempre existiu um grande preconceito quando mulheres resolvem assumir relacionamentos com homens mais jovens. Ela tem 72, ele 19, e ambos acreditam terem encontrado o amor de suas vidas. Como diz o ditado: o amor não tem idade. Não é mesmo?

Alameda Errell viveu uma vida de altos e baixos. Aos 43 anos ficou viúva e imaginou que não seria mais feliz no amor, chorou por muitos anos a morte do marido até conhecer Gary Hardwick, que na época, tinha apenas 17 anos.

O encontro aconteceu em uma festa de aniversário, e Gary se encantou primeiro, ele conta que logo que a viu, se impressionou com os seus olhos azuis e com a sua personalidade. O laço entre os dois foi tão forte que não se importaram nem um pouco com que os outros iriam pensar ou dizer.

Os encontros passaram a ser frequentes e depois de dois anos resolveram se casar.

O orgulho que sentem do amor que vivenciam é compartilhado no Instagram, e ambos demonstram não temer os preconceituosos de plantão.

A diferença de 53 anos entre os dois não é um empecilho segundo eles. “Se você ama alguém, a idade parece ser apenas um número“, disse ele.

O casal não esconde o amor no Instagram. Gary, se considera muito maduro, e não deixa a diferença de idade atingir o relacionamento dos dois.

Os dois se divertem com os comentários que os usuários deixam em seus perfis e respondem prontamente dizendo que “a conexão entre os dois é muito profunda”.

Ela tem 72 anos, ele apenas 19. A pergunta dos preconceituosos sempre gira entorno de herança, saúde, tempo que resta a ela de vida… Mas eles não se incomodam.

A família de Alameda não aceitou o relacionamento de pronto, seus netos demoraram um pouco para entender o amor dos dois, mas agora já brincam com a situação e chamam Gary de avô.

O amor não escolhe credo, raça ou idade, ele simplesmente… acontece!

Amem mais, critiquem menos!

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Iara Fonseca
Jornalista, poeta, educadora social, fundadora e editora de conteúdo do Rede de Ideias: PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. Seu interior é intenso, sempre foi, transforma suas angustias em textos que ajudam muito mais a ela própria do que a quem lê. As vezes se pega relendo seus textos para tentar colocar em prática aquilo que, ela mesma, sabe que é difícil. Acredita que viemos aqui para aprender a ser, a cada dia, um pouco melhor, para si mesmo, e para o outro!