É tão bom quando a gente se gosta, quando não deixamos ninguém pisar em cima da gente, quando é a gente que comanda a própria vida sem que ninguém possa nos obrigar a nada.

Quando vestimos o que queremos, quando damos um basta na inconstância daquele sentimento já definhado desgastado de tanto vai e vem, de tanta falta de comprometimento, respeito e verdade.

Tão bom quando a gente pega as rédeas da vida e começa a conduzir o coração pra onde quiser, sem se sujeitar a ser passado pra trás, sem fazer de conta que aquilo que está acontecendo, não está afetando em nada o emocional.

Está, está machucando, está comprometendo o bem-estar, a saúde mental, a paz dentro da necessidade de resolução.

O que é isso!

Honesto é quando a gente começa a perceber os sinais, de algo que não vai bem, quando a gente percebe que só está sendo um enfeite no meio da sala ou em cima da estante, quando não nos sobra nada, quando só recebemos indiferença e a dor dilacerando nosso peito.

Tão bom quando a gente para de se obrigar, e se resolve, sabendo que a vida é nossa e de mais ninguém.

Porque de nada adianta palavra bonita, se o espaço está vazio se o perfume vem de fora, se o borrão da maquiagem não é nosso, se aquela desculpa esfarrapada já não vale mais.

Tão bom e generoso quando com segurança apesar do medo a gente joga a toalha, coloca a dor pra fora, expulsa a falta de cuidado, a falta de comprometimento, a falta de tudo que gostaríamos de estar recebendo e não vemos, não sentimos.

Não devemos jamais nos sujeitar a ser sempre o resto do almoço, ou o que ficou na geladeira no dia anterior.

Não! Quando a gente passa a se agradar, passar a se priorizar, passa a dar as cartas, as mangas ficam de fora e a gente para de se acomodar dentro daquele lixo todo que colocaram em cima da gente.

Quem muito se maltrata, não se valoriza, quem muito se humilha, só vai receber desgosto em troca.

Melhor acordar antes que seja tarde, antes que o corpo adoeça, antes que esqueçamos de nós mesmos.
Muitas vezes, essa valentia tem que vir de dentro, tem que vir ao pisarmos no chão frio.

Não somos farrapos para sermos rasgados constantemente.
Merecemos a luz do sol, o calor humano, o abraço mais profundo permeando nossa alma.

Quem se ama, quer ser laço, não quer ser nó.

É preciso enxergar e desatar as coisas que não vão bem!

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Sil Guidorizzi
Sou Paulista, descendente de Italianos. Libriana. Escritora. Cantora. Debruço-me sobre as palavras. Elas causam um efeito devastador em mim. Trazem-me â tona. Fazem-me enxergar a vida por outro prisma. Meu primeiro Livro foi lançado em Fevereiro de 2016. Amor Essência e Seus Encontros pela Editora Penalux. O prefácio foi escrito pelo Poeta e Jornalista Fernando Coelho. A orelha escrita pelo Poeta e jornalista Ivan de Almeida. O básico do viver está no simples que habita em mim.