Morgan Freeman nunca escondeu que é Ateu, mas é um cara curioso, por isso aceitou comandar as entrevistas do documentário ” A história de Deus” já disponível na Netflix. O programa mostra diversas religiões e a opinião do ator sobre o tema. O documentário foi produzido para o canal National Geografic e busca entender os mistérios que envolvem Deus através das religiões.

Quando questionado sobre sua participação na série por ser ateu, Freeman apenas disse “a religião foi e vem sendo utilizada para justificar os piores genocídios da história”.

E ainda completou dizendo que matar em nome de Deus deve ser considerado o pior crime. “Acreditar em um tipo de Deus não é tão importante quanto a relação que você tem com esse Deus”, disse ele.

Para entender as crenças das populações mundiais o ator teve que viajar a importantes países com raízes religiosas, como Egito, Israel, Índia.

As viagens são tão empolgantes que nos sentimos viajando com ele. Sentir tudo que ele sentiu, nos momentos em que se juntou a uma oração no Cairo, em outro que aprendeu a meditar com um líder budista e quando visitou os templos maias da Guatemala.

O seu olhar sem preconceitos nos faz entender o quanto ainda somos pequenos em relaççao a Deus, principalmente quando ele discuti sobre razão e a fé na Academia Papal de Ciência.

Cada um dos seus encontros com religiões e populações distintas nos leva a um entendimento diferente de como Deus acessa a mente e o coração das pessoas. O documentário aborda o mistério da Criação, milagres, ressurreição, segredos universais e o impacto das religiões nas populações do mundo.

Morgan aparece como um verdadeiro contador de histórias como nosso contador de histórias, e a forma como ele aborda os assuntos, com humildade e amor, nos instiga e estimula a travar conversas significativas a respeito de Deus e da fé, com o coração aberto, como o dele, e sem preconceitos.

Vale muito a pena assistir!

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Iara Fonseca
Jornalista, poeta, educadora social, fundadora e editora de conteúdo do Rede de Ideias: PRODUÇÃO DE CONTEÚDO. Seu interior é intenso, sempre foi, transforma suas angustias em textos que ajudam muito mais a ela própria do que a quem lê. As vezes se pega relendo seus textos para tentar colocar em prática aquilo que, ela mesma, sabe que é difícil. Acredita que viemos aqui para aprender a ser, a cada dia, um pouco melhor, para si mesmo, e para o outro!