Sabe o que eu acho? Eu acho que cada um deveria deixar a vida do outro em paz. Eu acho que cada um tem o direito de ser feliz como quiser.

Ninguém tem o direito de trancafiar ninguém em uma cela ou de viver de chantagens emocionais.

Somos livres, somos seres passageiros, somos aprendizes na seara da vida.

Parece complicado lidar com a falta de entendimento de algumas coisas, parece difícil percebermos que ninguém é de ninguém.

Precisamos aprender a deixar a vida fluir e cada um seguir o curso do seu destino.

Se rompemos com algo que finalizou, é preciso seguir o caminho em frente.

Às vezes temos medo de que a nossa felicidade seja interrompida, às vezes temos medo de perder o que temos no momento presente.

Mas na verdade nós não somos donos de nada e deveríamos respeitar a identidade de cada um, assim como os ciclos que que terminam e se reiniciam.

Cada um que atravessa nossa vida, seja no agora, seja no ontem que passou veio para nos ensinar, para nos mostrar, para que também pudéssemos ter esse direito de escolha e permanência; ter esse direito de ir e tentar de novo.

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Acho que só amadurecemos quando nos damos conta de que tudo é transitório e que aceitamos os fatos como são; quando colocamos em nossa mente que é hora de parar com sofrimentos desnecessários tocando em frente.

Por vezes mascaramos, forçamos, alimentamos sentimentos que já morreram, alimentamos um relacionamento que já fracassou e que não temos coragem de romper.

Ninguém perde por se dar um tempo, por colocar as coisas no lugar por tratar melhor de si mesmo e se compreender.

Na vida a estrada nem sempre é reta e não devemos temer essa curiosidade pela vida.

Tudo que vem traçado é o que precisamos atravessar tudo que nos desgasta nos ensina a ter mais consciência emocional.

A gente se perde, se acha, busca lá no fundo aquele momento mais marcante e bonito, busca alguns desconfortos que nos machucaram em alguns moimentos.

Às vezes endurecemos, às vezes destrancamos a porta, às vezes não queremos proximidade no coração.

Mas, o mais importante é respeitar as decisões dos outros, é aceitarmos que por vezes não fazemos mais parte daquela história.

Melhor deixar ir porque acabou. Melhor deixar a vida levar embora porque é hora de mudarmos o rumo da nossa vida.

Nada é por acaso. Nada é para sempre. Mas quando acontecer, que seja inteiro, leve, bonito.

O sol também se põe, a gente também se deita e aprende a refletir. Aprende que sempre haverá um novo dia.

Está em nós a capacidade de prosseguir.

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Sil Guidorizzi
Sou Paulista, descendente de Italianos. Libriana. Escritora. Cantora. Debruço-me sobre as palavras. Elas causam um efeito devastador em mim. Trazem-me â tona. Fazem-me enxergar a vida por outro prisma. Meu primeiro Livro foi lançado em Fevereiro de 2016. Amor Essência e Seus Encontros pela Editora Penalux. O prefácio foi escrito pelo Poeta e Jornalista Fernando Coelho. A orelha escrita pelo Poeta e jornalista Ivan de Almeida. O básico do viver está no simples que habita em mim.