Às vezes, tudo o que a gente precisa é de alguém que insista

Às vezes, tudo o que a gente precisa é de alguém que insista. Alguém que quebre nossas armaduras, derrube nossos muros, destrua nossos escudos, nos estenda os braços e autorize nosso salto no escuro.

Às vezes, tudo o que a gente precisa é de alguém cujos medos não sejam maiores que os nossos. Alguém que não desista. Alguém que insista…

Às vezes, tudo o que a gente precisa é de alguém que insista. Alguém que quebre nossas armaduras, derrube nossos muros, destrua nossos escudos, nos estenda os braços e autorize nosso salto no escuro.

Às vezes, tudo o que a gente precisa é de alguém cujos medos não sejam maiores que os nossos. Alguém que não desista. Alguém que insista.

Às vezes, tudo o que a gente quer é alguém que não esteja tão confuso quanto nós estamos; e que, de alguma forma, nos assegure que não irá soltar nossa mão, nem fugir, e voltar, e novamente fugir… simplesmente porque tem medo de sangrar, rasgar, sentir, quebrar, fragilizar-se, remendar-se e revelar-se.

De vez em quando, a gente só quer alguém que diga que tudo vai ficar bem.

Alguém que nos olhe com ternura e termine a frase com aquele “se cuida” carregado de doçuras escondidas.

“Se cuida” (te quero tão bem). “Se cuida” (você é linda (o)). “Se cuida” (prometo que sempre estarei aqui). “Se cuida” (quero cuidar de você).

Nem sempre é fácil. Nunca é só bom. Muitas vezes é bem difícil. Outras vezes é quase impossível. Mas a gente pode tentar. Pode arriscar. E, mesmo tentando, pode dar errado. Mas será um errado tão suado, tão insistido, tão desejoso de ter dado certo… que compensa todo o resto.

Nem tudo resiste. E nem por isso deixa de ser belo.

Algumas noites nascem para serem bonitas na memória, não no dia a dia. Algumas noites nascem para serem breves no tempo, mas imperecíveis na lembrança.

Algumas noites serão sempre as noites para onde desejaremos voltar, não importa como. Não mate a noite dentro de si. Deixe que ela brilhe, cintile, arda… e te queime. Só depois adormeça…

Hoje eu queria alguém que não tivesse medo de saltar comigo. De queimar. De viver. De amar. Alguém desejoso de arriscar-se a ponto de doer-se, de fragilizar-se, de estar à flor da pele, de tornar-se vulnerável.

Alguém que não tivesse medo de chorar, de transpirar, de arriscar um pouco mais seu coração, correndo o risco de despedaçar-se, mas nunca… nunca de viver pela metade, apostando só uma parte, negando a totalidade de sua emoção.

*DA REDAÇÃO SAG. Foto de Vitor Pinto no Unsplash

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Fabíola Simões
Nasceu no sul de Minas, onde cresceu e aprendeu a se conhecer através da escrita. Formada em Odontologia, atualmente vive em Campinas com o marido e o filho. Dentista, mãe e também blogueira, divide seu tempo entre trabalhar num Centro de Saúde, andar de skate com Bernardo, tomar vinho com Luiz, bater papo com sua mãe e, entre um café e outro, escrever no blog. Em 2015 publicou seu primeiro livro: "A Soma de todos os Afetos" e se prepara para novos desafios. O que vem por aí? Descubra favoritando o blog e seguindo nas outras redes sociais.