Ao saber que a aluna morava em um orfanato, professora decide adotá-la!

“Ela era muito tímida, ficava sentada no fundo contra a parede. Se eu não forçava a trabalhar em grupo, ela não fazia. Não tínhamos muito vínculo e a certa altura ela começou a faltar”, disse a professora.

Miriam percebeu que a adolescente começou a morar em uma casa, então ela tinha muitos problemas pessoais para ir bem na escola. Junto com isso, ela descobriu que uma família iria adotá-la, mas depois de um problema eles não estavam mais interessados ​​nela.

É preciso levar em consideração que muitos jovens atingem idades avançadas e nunca são adotados pelas famílias, pois existe a impressão equivocada de que será mais difícil para os pais adotivos criá-los. Muitos desses jovens são rejeitados, então para Camila foi a oportunidade de uma vida.

Às vezes, as amizades entre professores e alunos vão além de uma simples relação acadêmica e vínculos são criados para toda a vida. Essa conexão pode até mesmo se estender além da sala de aula e se transformar em histórias familiares emocionantes.

Esse foi o caso de Miriam, uma professora argentina que decidiu adotar um de seus alunos de 16 anos depois de saber que a adolescente morava em um orfanato, segundo a médium TN.

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Família Marchese Coronel

Ela e o marido sempre quiseram ter filhos, mas devido a um problema de fertilidade que diagnosticou à professora, eles nunca conseguiram realizar seu sonho. Foi assim que decidiram que teriam que adotar para fazer crescer a família. Depois de convencer o marido, os dois resolveram adotar seus dois primeiros filhos, Ian e Lolo, de 7 e 8 anos respectivamente. Quando a família já estava se acostumando com o novo sistema da casa, tanto os filhos como os pais, Camila apareceu.

“Ela era muito tímida, ficava sentada no fundo contra a parede. Se eu não forçava a trabalhar em grupo, ela não fazia. Não tínhamos muito vínculo e a certa altura ela começou a faltar”, disse a professora.


Família Marchese Coronel

Assim que a professora ficou sabendo que a adolescente morava em um orfanato e não ia bem na escola por diversos motivos pessoais, e que fazia pouco tempo que uma nova família teriam a adotado, mas que eles não estavam mais interessados na menina, ela não pensou duas vezes, foi contar para o marido que aquela casa onde Camila estava não era um bom ambiente e que ela precisava ajudar.

Depois de alguns papéis legais, o casal decidiu que eles poderiam dar a Camila um lar acolhedor.

“Disse a Néstor que ela era uma menina linda e que queria que a ajudássemos. Quando Camila soube que queríamos recebê-la em casa nos finais de semana e acompanhá-la, ela, muito feliz, quis ir imediatamente”, contou Miriam.

Claro que o processo tinha que ser longo, porque no início a jovem só ia à casa do casal nos finais de semana. O tribunal começou a perceber que a jovem não estava bem na casa atual, então decidiram que o casal deveria definitivamente adotá-la.

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Família Marchese Coronel

“Não é difícil adotar, a questão é se perguntar com quem você quer formar família, porque a gente pode formar com pessoas de qualquer idade. Embora não seja ruim querer fazer com um bebê, tem meninos e adolescentes que precisam tanto, seria preciso repensar e entender que se tiver vontade (…) você pode adotar um garotão”, completou a professora.

*DA REDAÇÃO SAG.

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