Aluno que escreveu bilhete pedindo comida a professora, motiva campanha que ajudou cerca de 40 famílias.

Um triste acontecimento que deixou uma professora muito abalada, resultou em um movimento de ajuda à muitas famílas. Essa linda história de amor e doação, aconteceu no colégio estadual de Paranavaí, no noroeste do Paraná.

Um aluno de 14 anos escreveu um bilhete para sua professora implorando por comida. Depois do pedido, a pedagoga Mari Tatiane De Col iniciou uma campanha, que acabou ajudando mais 40 famílias na cidade.

Tudo isso aconteceu no início de dezembro e começou quando a professora Mari chamou o menino e seu irmão para conversar, com o objetivo de avisá-los sobre um acompanhamento, com a entrega de alguns produtos de higiene pessoal.

Depois de algumas semanas, o garoto chamou a professora e pediu por ajuda. A pedagoga pensou que o adolescente iria pedir mais produtos de higiene. Foi aí que ele entregou o bilhete a ela.

“Professora me ajuda estou sem nada para comer em casa. Por favor eu imploro pra senhora”, escreveu.

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Foto: Arquivo pessoal

Logo depois, Mari ligou para o abrigo onde os meninos são acompanhados para saber sobre a situação da entrega dos alimentos. Pelo telefone, a pedagoga descobriu que as cestas estavam esgotadas.

Como era uma situação de emergência, Mari decidiu pedir ajuda para sua própria família, com o objetivo de arrecadar alimentos. A imagem do bilhete do menino se espalhou pela comunidade e comoveu muitas pessoas.

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Foto: Arquivo pessoal

“A fome não pode esperar. Eu primeiro mandei no grupo da minha família, mas daí também foi para outros grupos. Conseguimos ajudar 40 famílias da nossa escola, porque recebemos muitos alimentos”, disse.

A escola montou cestas básicas com os alimentos arrecadados e identificou os alunos que mais precisavam de ajuda. Depois disso, foram até as casas para a entrega dos alimentos.

A pedagoga Mari se lembrou de quando era criança durante a campanha. Ela conta que não teve uma infância fácil. Agora, trabalhando com alunos humildes, a professora se sente grata em poder ajudar.

“Quando eu vejo essas crianças virem até mim, agradeço muito a Deus a oportunidade de poder ajudar. Pode ser algo que lá na infância, talvez, tenha faltado para mim. É um sentimento de gratidão.”

Com informações de G1

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